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9ª Caminhada de Visibilidade Lésbica/Bi/Trans

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Veja as fotos da IX Caminhada da Visibilidade Lésbica/Bi/Trans, realizada em 31/8/2013, em Belo Horizonte! Estiveram presentes, Marcha das Vadias, Negras Ativas, Assembleia Nacional de Estudantes - Livre (ANEL), Movimento Mulheres em Luta (MML), Movimento Organizado de Combate à Homofobia (MOOCAH) e CSP-Conlutas.







Pelo fim dos trotes racistas e machistas na UFMG! Fora Feliciano!

segunda-feira, 25 de março de 2013

A ANEL Minas está à frente da campanha contra os trotes racistas e machistas praticados contra calouros na UFMG e em diversas universidades. No dia 21/3, Dia Internacional de Combate ao Racismo, a entidade organizou um ato de repúdio e em defesa dos estudantes oprimidos, que contou com a participação e apoio de diversos CAs, DAs, movimentos sociais, Movimento Mulheres em Luta, Quilombo Raça e Classe e entidades da CSP-Conlutas.

O problema ganhou peso quando fotos de um trote na calourada da Faculdade de Direito da UFMG, realizado em 15/3, escandalizaram internautas nas redes sociais e foram parar nas páginas dos jornais. O conteúdo, extremamente racista e facista, mostrava uma estudante pintada como "Chica da Silva", acorrentada pelo pescoço, e um grupo de estudantes fazendo a saudação nazista dos tempos de Hitler. Logo após o escândalo da Faculdade de Direito, no Centro Pedagógico um professor foi denunciado por ter chamado um aluno negro de "macaco". A ANEL exige a punição dos envolvidos e que a Reitoria tome medidas para acabar com esse tipo de trote.

Os movimentos sociais e contra a opressão não podem se calar diante da realidade de que o racismo, o machismo e a homofobia estão cada vez mais fortes, dentro e fora dos portões da universidade. Há tempos o MML e a ANEL denunciam o problema das estudantes humilhadas e expostas nos trotes machistas e das agressões contra lésbicas e gays dentro da universidade. "A juventude negra não se encontra na universidade, aliás muito distante do acesso a educação pública e de qualidade, a juventude negra está sendo assassinada todos os dias nas periferias da cidade. É dever do movimento estudantil  lutar por uma sociedade justa, em que  não haja diferença entre raças ou gêneros" (nota da ANEL Minas).

Nesse cenário, ter um reacionário como Marcos Feliciano (PSC) na Presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados é uma afronta aos movimentos sociais e contra a opressão. Desde que tomou posse, as declarações racistas, homofóbicas e atrasadas do pastor causam repúdio e os atos pelo "Fora Feliciano" ganham repercussão em todo o País. Políticos como ele, a mídia, a publicidade, impunidade, só reforçam e encorajam atitudes e agressões aos negros, às mulheres e LGBTs de nosso País. Por isso:

Se Dilma não tira, os movimentos 
sociais vão tirar! 
Marcos Feliciano não nos representa!

Pelo fim de toda forma de machismo, racismo e lesbo/homofobia!

Confira nota dos movimentos de mulheres pelo Fora Feliciano

Atividade discutiu a situação das lésbicas, travestis e transexuais

sábado, 1 de setembro de 2012


Caminhada da Visiblidade Lésbica, 25/8/2012.
Em 29/8, Dia da Visibilidade Lésbica, o Movimento Mulheres em Luta/MG organizou com sucesso uma atividade que reuniu cerca de 25 pessoas, à noite, para debater a luta, a organização e a situação das mulheres lésbicas em nossa sociedade. Na abertura do evento, uma exposição da fotógrafa Cecília Perdezoli trouxe ao público imagens fortes e nada convencionais de travestis no seu dia a dia. Durante a apresentação os participantes puderam fazer perguntas e comentários.

Oficina de cartazes para a Caminhada.
Logo após, Josiane Mota, militante feminista de muita tradição e membro do MML, apresentou um histórico da organização LGBT em nosso País. Os grupos de luta por direitos dos homossexuais surgiram a partir de diversos fatores: a influência de Stonewall e das lutas por liberação sexual da década de 70 levaram às primeiras organizações e publicações gays no Brasil; o ascenso das lutas sindicais e contra a ditadura militar, onde organizações como o SOMOS estiveram presentes ao lado das lutas dos trabalhadores. Nesse contexto, explicou Josiane, as mulheres lésbicas encontraram muitas dificuldades para se organizar: pouco espaço nas organizações feministas para discutir sua opressão e suas bandeiras; o machismo dentro das organizações LGBTs, diminuindo o peso de suas reinvindicações.

Ato teve forte participação do
MML e da ANEL.
Camila, da Associação Lésbica de Minas, abordou a situação da mulher lésbica no mercado de trabalho e Izabella Lourença, da ANEL (Assembleia Nacional dos Estudantes Livre) e do MML, apresentou um panorama da situação das mulheres lésbicas em relação aos direitos, violência e sexualidade, chamando as mulheres lésbicas a lutarem junto com sua maior aliada histórica, a classe trabalhadora.

Veja as fotos da Caminhada da Visibilidade Lésbica realizada em 25/8, com participação do MML.



A mulher lésbica na luta por visibilidade e direitos

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

O Movimento Mulheres em Luta convida:





Dia da Visibilidade Lésbica: Derrotar o machismo e a homofobia!

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Fonte: Agência Jovem
Apesar do combate ao machismo e à homofobia ser necessário todos os dias, o dia 29 de agosto busca dar visibilidade à luta das mulheres lésbicas em especial. Por quê? Pelo fato de que suas reinvindicações precisam ser mais consideradas pelos governos de plantão e também pelos movimentos LGBTs. Porque o machismo e a homofobia oprimem duplamente a mulher lésbica trabalhadora. Porque as lésbicas, infelizmente, se deparam com o machismo e a inferiorização da mulher dentro do próprio movimento gay. Por isso foi necessário um dia específico para pautar sua realidade e sua luta.

Defendemos a ampliação dos direitos das mulheres e dos homossexuais. A vitória conquistada com a aprovação para uniões estáveis homoafetivas deve se estender. Todos os direitos que são concedidos aos casais heterossexuais devem ser concedidos aos casais homossexuais. Se a homofobia fosse tratada como crime, como prevê o PLC 122, o assédio e a violência a que estão submetidas as mulheres lésbicas poderia diminuir. Lutamos também para que a Lei Maria da Penha seja implementada e ampliada e que ampare de verdade as mulheres lésbicas. No dia 29, confira nossa nota no blog e as atividades que vão ocorrer por aí!

Em BH, a Caminhada Lésbica será realizada dia 25/8, com concentração às 13h na Praça 7.
O Movimento Mulheres em Luta estará presente defendendo sempre as bandeiras das mulheres lésbicas e trabalhadoras!

27/8: 7ª Caminhada da Visibilidade Lésbica, em BH

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

 
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